MangaGods - Buronson

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  • sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
  • Robert Reis
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  • Dae pessoal! Demorou, mas chegou mais um post desse que vos fala! O que? Ninguém percebeu a minha falta? Suspeitei desde o prícipio! *dá de ombros* O post de hoje do MangaGods é sobre um dos caras que popularizou o estilo Seinen, quando o que era Seinen era chamado de Shounen ainda. Depois de um tempo, os Seinens ganharam suas próprias revistas, mas as histórias desse cara estavam nas revistas com nome Shonen. Esse cara espirou outros autores de Seinen que vieram posteriormente. Um cara influente e que possuem três nomes! Um dos caras do le faroeste mais influente do século passado. Você já ouviu falar de Charles Bronson? Não? SEU HEREGE! Pesquise seus filmes na Wikipédia e vá comprá-los. Filmes assistidos na TV são bem mais legais. Sua cidade natal é quase uma safadeza se fosse aqui no Brasil. Alguém nascido em Saku não teria o respeito de muitas pessoas se essa cidade fosse brasileira, mas se tem até Pau Grande, quem sou eu, não é mesmo? Hoje falarei de Buronson!




    Buronson, ou Fumimura Sho, ou Okamura Yoshiyuki nasceu na, já citada, cidade de Saku, na Província de Nagano, na Região de Chubu, na Ilha de Hoshu, no País de Japão, no Continente de Ásia, no planeta de Terra, em 16 de Junho de 1947. Ele se formou pela Escola de Treinamento da Força Área Japonesa no ano de 67, que se a gente fosse conferir aqui no Brasil, nos dias de hoje, ele teria repetido dois anos. Charles Bronson não aprova repetentes. Antes de ser o roteirista e mangaká que vinhemos a conhecer, o pequeno Yoshi foi mecânico das forças áreas da Marinha do Japão e quando foi desmembrado da marinha, um editor chamado Motomiya Hiroshi o contratou pra ser assistente de outros mangakás. A sua primeira obra foi Pink Punch: Myiabi de 1974, com arte de Sakai Goro. Em 1982, sob o pseudônimo de Fumimura Sho, ele criou Wild Way com Daisuke Inoue, um músico que inventou o karaokê e foi indicado ao prêmio nobel da paz e ganhou tantos outros prêmios... Sei lá se era ele, mas essa é uma informação que eu não consegui coletar, a veracidade do nome desse sujeito e se ele é mesmo o cara que inventou o karaokê. Se algum saudosista souber me responder essa, pode deixar aí nos comentários le dados certos. Sob o pseudônimo de Fumimura Sho ele acumulou 13 títulos, sendo os mais conhecidos Sanctuary e Human. Sob o psedônimo de Buronson ele acumulou  17 títulos, sendo os mais reconhecidos Doberman Detective, Oh-Roh, sua continuação Oh-Roh Den, Mushimushi Korokoro e o tão aclamado, foderoso, ungido, Hokuto no Ken.



    Sua maiores influências são filmes do usuário ilustre de Wang Chu, Bruce Lee e o filme Mad Max. Você pode ver isso bem claramente em Hokuto no Ken. O mesmo mundo pós-apocaliptico de Mad Max e os mesmos gritinhos gays de Bruce Lee. A única diferença é que o Bruce Lee grita UÓÓÓ e o Kenshiro grita TÁTÁTÁTÁTÁTÁ, mas não como o Professor Girafales. Ele é mentor de vários mangakás, mas alguns de sua prole se sobresaíram com obras que lembravam as suas ou não. No primeiro caso temos Kentaro Miura, o cara que escreve Berserk. Berserk tem aquela pegada Seinen de Hokuto no Ken. Personagem principal sagazmente forte e anti-social e a parada toda. Do outro lado temos Yoshihiro Togashi, que foi até o ultimo membro adicionado a galeria dos MangaGods por aqui. Ele escreveu Yusuke Urameshi's Chronicles, mas conhecido como Yu Yu Hakusho, Hunter x Hunter, Level E e alguns outros. Ele fez exatamente o oposto de Hokuto no Ken. Os personagens são bastante sociáveis e sempre querem mais pessoas ao seu redor pra formar um exército pessoal ou algo assim, ou só estou exagerando, mas que sempre tem bastante pessoal ao redor do personagem principal nas obras do Togashi isso é indiscútivel. Esse ponto não é algo que eu considere relevante quando eu vou levar em conta a qualidade da obra. Gosto de boas histórias e Hokuto no Ken se encaixa bem no que se propõe, Berserk também, apesar de eu não gostar muito, Huxter x Hunter e Yu Yu Hakusho também, e muito bem. Nem comento de Level E porque nunca peguei pra ler ou ver de verdade.


    Como agora eu estou pra escrever mais decentemente, vou estabelecer o padrão de dois mangás comentados para cada mangaká que eu falar no MangaGods. Apartir de agora todos os textos vão ser 100% meus, então eu tenho que me preocupar em não pegar um tétano no dedo de tanto escrever. E a partir de agora não vão ser mais em ordem cronológica e sim em ordem de popularidade, porque é sempre melhor e bom pro marketing deixar o melhor pro final!

    Sanctuary (Em parceria com Ikegami Ryoichi)
    (01/12/1990 à 01/06/1995)

    Sanctuary saiu na Big Comic Superior da editora Shogakukan. Por aqui, Sanctuary foi publicado pela Conrad em 2006, com uma paralização em fevereiro de 2007 no volume 5, mas tomou vergonha na cara e continuou com o volume 6 UM ANO DEPOIS! Mais de um ano, pois foi em abril de 2008. No total, Sanctuary tem 12 volumes, tem um OVA dirigido por Watanabe Takahashi, numa parceria de três estúdios, OB Planning, TOHO e Vap. O OVA tem duração de 50 minutos e foi lançado em 1996. Além do OVA, Sanctuary possui também um filme dirigido por Fuji Yukio de 1995.

    Esse é um mangá policial que conta a história de dois amigos japoneses, Akira Hojo e Chiaki Asami, que conseguiram sobreviver ao massacre da guerra no Camboja. Assim que eles voltaram para o Japão, encontraram pessoas que estavam despreocupadas com suas vidas, o país estava indo bem e não havia risco de guerra, até então. Por isso os dois amigos resolveram fazer um pacto de dominar o Japão e transformar o país inteiro em um Santuário pessoal para seus próprios deleites. Só que cada um seguiu seu rumo e continuou tentando honrar o pacto, só que cada um tomou um caminho diferente para executá-lo. Akira Hojo se juntou a Yakuza e tentou a coisa do modo mais difícil, enquanto Chiaki Asami pegou o caminho, relativamente mais confortável e se tornou um político.

    Sério, foi muito dificil achar algo do OVA de Sanctuary, então abaixo vou deixar um link pra assistir o OVA Online e você mesmo tirar suas próprias conclusões, mas já aviso que é +18:


    Assista aqui


    Hokuto no Ken "Fist of North Star" (Em parceria com Tetsuo Hara)
    (1983 - 1988)

    Hokuto no Ken saiu, primeiramente na Shonen Jump, da Shueisha, e teve sua segunda parte publicada na Comic Bunch da Shinchosha. Possui 27 volumes em sua extensa bagagem e vergonhosamente, nenhuma editora brasileira se interessou por este MITO dos mangás. Sério mesmo, Hokuto no Ken, no começo era considerado um Shounen. Era publicado na Shonen Jump, então isso prova tudo. Ou os adolescentes eram muito ninjazados ainda ou os japoneses eram maníacos de deixar os jovens menores de idade ler um mangá como esse em revistas para eles. Se não fosse Hokuto no Ken, não existiria as revistas Young's do Japão. Hokuto no Ken aperfeiçoou o estilo com o publico alvo de 18 à 20 e todos anos. O anime de Hokuto no Ken foi dividido em duas partes. Hokuto no Ken e Hokuto no Ken 2. Hokuto no Ken foi dirigido por Toyoo Ashida e feito na Toei, com 109 episódios que passaram na Fuji TV entre Outubro de 84 à Março de 87. Hokuto no Ken 2 teve o mesmo diretor, o mesmo estúdio e o mesmo canal de exibição, passou entre Março de 87 à Fevereiro de 88. Hokuto no Ken teve umas light novels publicadas, jogos lançados e alguns ovas que foram transmitidos dos anos 80 e tendo o ultimo sendo feito em 2008.

    Essa é a história nada sangrenta de Kenshiro, um cara amargurado , mas sem emoção nenhuma, que estava em busca de sua amada e a sua chegada em alguma cidade e suas cicatrizes que formavam o Cruzeiro do Sul no peito eram um presságio de morte. Algo que não deixava de ser verdade, já que ele sempre matava alguém ou alguém era morto por alguém que queria matar ele, aquele lance do lugar errado na hora errada. Apesar de todo seu anti-socialismo, ele é o John Cena daquele mundo pós-apocalíptico da década de noventa e com sua técnica do Hokuto Shin Ken ele sai massacrando seus inimigos os acertando em pontos vitais e fazendo com que tenham mortes muito nojentas, como por exemplo explodir seus orgãos ou suas cabeças, depende do humor dele. Kenshiro vive em um mundo pós-apocalíptico que foi devastado por uma guerra nuclear. Viu políticos americanos e oriente medísticos? Eu não to afim de ter minha cabeça explodida por um cara que grita tátátá por aí.

    Abaixo a abertura de Hokuto no Ken:



    E isso foi o post de hoje pessoal! Espero que tenham gostado, e se por um acaso eu disse alguma merda em algum momento... Não façam nada, eu disse merda a todo instante, mas se tem algo que eu esqueci de dizer, podem complementar nos comentários, por favor. Sem mais! See ya!

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